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Na Casa Mistériosa!

"Zangaste com os teus pais e saíste de casa para espairecer. Dado uma altura chegas a uma floresta de arredores da tua cidade. Parece que é um sonho, mas é realidade. Estás em frente de um ambiente pesado, cheio de nevoeiro que cobre as árvores à tua volta e não sabes como chegaste ali.
Estás a andar em frente, mas parece que estás a dar voltas. A data altura vez uma nuvem na desaparecer e partilhar uma visão de uma casa  de uma bruxa muito malvada que tem 150 anos. Reparas que a chaminé dessa estranha casa sai um fumo verde com um cheiro nada agradável que parece vómitos. Tu pedes ao corpo para fugires, mas… a tua curiosidade é maior.
Entras por uma porta que grita como uma mulher em perigo e ao utrapassá-la vês um gato arrepiante com uma bruxa vestida toda de preto e um chapéu preto pontiagudo e na cara tinha um queixo e nariz grande, olhos e boca pequena e, para terminar, uma verruga ao pé do nariz.

Houve uma tensão e ninguém se moveu. Aparece um corvo que alivia a tensão e pregou-me o maior susto. Nos segundos seguintes, o gato preto salta para cima do teu rosto e desmaiaste. Quando acordas, sentes correntes à volta do teu corpo. Vês que estas presa num sótão onde vive as mais estranhas criaturas que iras conhecer durante a tua estadia.


Quando olhas em volta e vês cerca de 3/4 pares de olhos que vira na tua direção. No teto vês vários morcegos. Era um sótão muito antigo com arquitetura do século XIX. Tentas te levantar, mas não é fácil. As correntes não te ajuda mada nos teus movimentos. Quando consegues ficar de pé, os morcegos lançam-se numa barulheira e um alçapão se abre.
De lá entra a bruxa. Quando esta se aproxima, pequenos lobos saem debaixo de uns móveis. Formam um círculo à tua volta como se fossem fazer um ritual, mas quando tentas fugir, és jogada para uma parede e sentes algumas costelas partidas por causa das correntes de ferro que transportas. Todos se riram de ti, mas um riso aterrorizante.
Passou horas desde que ficaste inconsciente. Quando acordas, sentes dores em todo o corpo. A bruxa aparece a rir de uma forma arrepiante no fundo da divisão. Quando olhas para o chão, vês o teu sangue a escorrer e sentes cada vez mais fraca. A bruxa fala-te, mas tu não ouves a 100 %. Ouves algumas frases como "a minha experiência vai dar certo", "vieste na altura certa" e "estava à tua espera".
De repente, houve-se um barulho. Era alguém que queria entrar na casa. Todas as criaturas do sótão saem do esconderijo para impedir a entrada de quem quer que seja. Saiu desde morcegos e lobos, até as lagartas, baratas e aranhas monstruoso. Tudo passa rápido que não dás conta. Quem queria entrar na casa, arrombou portas e partiu todos os vidros das janelas da casa. Para se proteger, a bruxa pega em algo cortante e põe-se a teu lado.
Ouve-se tiros e gritos agoniantes das criaturas a morrer. De repente, chega alguém que tenta arrombar o alçapão da divisão onde estás, mas está muito difícil. Estás cada vez a fechar os olhos, apesar do teu esforço em manteres acordada. Ouves um tiro perto de ti. No outro lado do alçapão, alguém teu conhecido abre a porta com um tiro, não sendo suficiente para abrir.
Ao abrires os olhos um último esforço, vês o teu melhor amigo com uma arma apontada na direção da bruxa. Percebes de um movimento ao teu lado, mas antes desse movimento terminar, a bruxa cai ao teu lado, sem vida, pálida e serena. O teu amigo corre até ti que já caíste no inconsciente, sem força.
Passaram vários dias desde esse acontecimento. Acordas no hospital. Ao teu lado, o teu amigo dorme. Estavam os dois de mãos dadas, e tens a ideia de aperta-lhe a mão para ele dar pela tua presença. Fizeste exames e análises no hospital antes de teres alta. Saíram do hospital e foram almoçar e conversaram sobre os acontecimentos que viveste naquela noite.
Descobriste a razão da bruxa. Percebeste que ela tinha te seguido durante dias e te encaminhou na floresta até à casa dela porque ela queria vingar dos teus pais por terem prejudicado em todas as experiências com humanos, de modo a prejudicar e extinguir a raça humana para que só existisse magia no mundo.
E assim sobreviveste a uma aventura inesperada da tua vida com o teu amigo e amor da tua vida que te salvou de uma tentativa de homicídio."

Escrito por:
- Márcia Colaço.


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