sábado, 25 de julho de 2015

Noticia: Mal da Montanha

Olá leitores,

Como nos afeta o mal da montanha? Não sabe. Então descubra o efeito que as alturas vertiginosas podem produzir no corpo humano.
Os exploradores mais aventureiros podem passar meses em treinos prévios antes de escalar ao pico da montanha mas, independentemente da sua forma fisica, as grandes altitudes podem ter consequências no corpo humano. De cerca de 1.500 a 3.500 metros acima do nivel do mar, estamos perante o que se considera uma altitude elevada. Muitos viajantes começam a sentir os efeitos do chamado mal da montanha (doença da montanha) quando tentam adaptar-se às mudanças atmosféricas a este nivel de altitude.
O sintoma mais comum é a falta de ar, causada pela baixa pressão de atmosfera.  A estas altitudes, as moléculas encontram-se mais dispersas, por isso há menos oxigénio a ser inalado. Para compensar,  a frequência cardíaca aumenta e o corpo produz mais glóbulos vermelhos no sangue, com o objectivo de facilitar o transporte do oxigénio a todo o corpo.
A baixa humidade a grandes altitudes também pode fazer com que a humidade na pele e nos pulmões evapore mais depressa, pelo que podem ocorrer desidratações. O rosto, as pernas e os pés podem inchar porque o corpo tenta reter líquidos mantendo mais água e sódio nos rins.
Também é comum ter dificuldade em dormir.  Os efeitos do mal da montanha podem agravar-se se aumentar a altitude.  Variações de humor,  dores de cabeça,  tonturas,  náuseas e fraco apetite são outros dos sintomas.
Bjs, Márcia Colaço.

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